ANCARA (Reuters) - Nove soldados morreram na quarta-feira por causa de uma explosão no sudeste da Turquia, o pior ataque contra a polícia em vários meses. No mesmo dia, a polícia prendeu em Ancara (capital) dois militantes suspeitos por atentados.
O governo atribuiu os incidentes a grupos militantes como o PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão, grupo que há 25 anos promove a luta armada para pleitear mais direitos para a região curda do sudeste da Turquia).
A polícia havia alertado as forças regionais de toda a Turquia sobre a possibilidade de atentados suicidas realizados por grupos vinculados ao PKK.
Uma mulher que portava explosivos e se fingia de estudante detonou uma bomba na Universidade Bilkent, em Ancara, durante uma visita do ex-ministro da Justiça Hikmet Sami Turk, segundo as autoridades. A mulher foi a única ferida no incidente.
Turk, que faz visitas regulares ao local, despertou o ódio de grupos esquerdistas quando era ministro, e já recebeu várias ameaças de morte.
Horas depois, um segundo suspeito foi detido na capital, disse o canal NTV sem dar detalhes.
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